"Chuva é um fenômeno metereológico que consiste na precipitação de água no estado líquido sobre a superfície da Terra. A chuva forma-se nas nuvens. Nem todas as chuvas atingem o solo, algumas evaporam-se enquanto estão ainda a cair, num fenômeno que recebe o nome de virga e acontece principalmente em períodos/locais de ar seco."
Infelizmente o fenômeno denominado virga não está acontecendo, pelo menos na cidade do Rio de Janeiro. Pelo contrário, só faz chuver nesse lugar.
As postagens estão paradas também pelo volume de água que castiga a cidade há várias semanas, impedindo que haja qualquer janela de tempo bom para uma possível "aventura", digamos, seca, mas não só por isso. Ando um pouco desconectado das predas e como (mais uma vez) os ditos "colaboradores" não se manifestaram ainda em cumprir tal função, com algumas exceções, as postagens estão sendo feitas espaçadamente conforme as coisas vão acontecendo, principalmente por aqui.
Agradeço aos Loucos de preda que acompanham o blog, dispondo de paciência e interesse ao conteúdo. Em breve mais vídeos e fotos, se o clima permitir.
Por enquanto, posto uma sugestão interessante que tem a ver com o momento em que nossa sociedade e o planeta de uma forma geral vive.
Vale muito a pena separar 20 minutinhos para dar atenção as informações disponíveis nesse vídeo/documentário.
Grande abraço a todos.
Fonte: pt.wikipedia.org
Vídeo: youtube.com
Por Bernardo Biê
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Chuva
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Dura como a pedra com charme e simpatia
Localizada na cidade do Rio de Janeiro, mais precisamente na falésia conhecida como Gruta dos Primatas, no Horto, a via conta apenas com 6 proteções e aproximadamente 12 metros de altura numa inclinação aproximada de 45 graus. Com movimentos explosivos e agarras ligeiramente pequenas, porém boas, a via tem como característica o power endurance ou constância e permanência em movimentos que exigem uma mistura de força e explosão do escalador, tendo como sintoma a rápida intoxicação pelo acumulo de ácido lático principalmente nos ante braços. Mesmo com duas boas agarras de descanso entre as sessões mais duras da via, a recuperação é mínima.
A escaladora confirma a retomada de sua boa forma, tendo sido a primeira e única mulher a encadenar a via "Migalhas indecentes" no Campo Escola 2000 em 2005. Com a ascensão na via "Lula Lélé", Raquel estabiliza sua segunda via graduada em 8a frânces ou 9c brasileiro, além de três 7c francês ou 9a brasileiro e uma via de 7c+ francês ou 9b brasileiro apenas nesse ano de 2009. A escaladora comenta sobre sua última ascensão: "Demais a via.. Curta e grossa!"
Foto: Arquivo pessoal Raquel Guilhon.
Vídeo: Escaladabr.com.br
Por Bernardo Biê
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Clássico Italianos com Secundo

Apesar da previsão do tempo não ser das melhores para o Rio de Janeiro, partimos eu e Eduardo "Dudu" com o intuito inicial de escalar a via "Cavalo Louco" que fica logo a esquerda da via "Via dos Italianos", mas como o material móvel que dispunha não eram os propícios para os que são necessários em tal via, resolvemos tocar uma das vias mais tradicionais e agradáveis do Rio, aproveitando que o mau tempo espantara muitos dos quais lotam essa face da montanha nos fins de semana deixando as vias livres para optarmos.
A "Via dos Italianos" (5º, V E1 D1 - 100m*) conquistada em 1981 pelos brasileiros Mário Luiz Pimenta da Rocha Arnaud (CEB) e André Craveiro Ribas (CEC), âmbos com 17 anos na época, teve seu nome atribuído pela comunidade escaladora após ser confundida com a via "Cortina", esta sim, conquistada em 1975 por italianos em artificial utilizando pseudo-proteções (entende-se "toscas") com 0,7 milímetros de diâmetro e fixadas a cada 1,5 metros que logo foi desequipada pela dupla brasileira e escalada em livre, tendo suas proteções substituídas adequadamente.
Saimos do chão com o tempo aberto e sol escaldante, nesse momento ainda tinhamos a sensação de que iriamos "fritar" na parede, porém no final da primeira enfiada as nuvens e o vento forte começaram a invadir a região mudando drasticamente a paisagem.
Escalando tranquilamente, sem pressa, chegamos ao platô do final da via "Via dos Italianos" onde pode ser optado por fazer o cume pelo cabo de aço da via "CEPI" ou traçar uma horizontal para a esquerda até alcançar a última enfiada da via "Secundo Costa Neto". Ali encontramos com a ilustre presença do escalador Hilo Santana que vinha fazendo o "CEPI", trocamos uma idéia rápida e partimos ao ataque, já que o clima estava muito louco e parecia que uma tempestade se aproximava naquele momento.
Na última enfiada da via já era notável a alta humidade no ar, nariz escorrendo e cabelos molhados caracterizavam o que estava por vir. Mesmo assim decidimos parar por poucos minutos para lanchar no platô que da acesso ao cume, assim que alcançamos os 50 % do objetivo (50% é chegar ao cume e os outro 50% é o retorno para casa) notamos que tinha sido a conta exata para a chuva cair. O grande diferencial dessa montanha é o fato de não necessitar de rapel para descer, já que pode ser feito confortavelmente de bondinho, e o melhor, grátis para aqueles que sobem por meios naturais como nós subidores de predas.
No fim, o domingo fechou com chave de ouro e com a alma lavada voltamos para casa ensopados. Felizes da vida e imensamente agradecidos por mais um dia incrível de escalada na cidade maravilhosa, aguardamos ansiosamente e com as mãos suando a oportunidade da próxima escalada.
Fonte: www.hangon.com.br
Por Bernardo Biê
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
De repente Cipó

Faz muito tempo que venho tentando passar mais de 4 dias na Serra do Cipó, pois em todas as oportunidades que tive os 4 dias não foram o suficiente para conhecer as vias que gostaria, seja pela imensa variedade de opções (o que nos desvia dos objetivos iniciais), seja pela falta de estratégia ou constante alteração na mesma ao longo da trip. Claro que os 6 dias que dispunha não seria lá o ideal para provar as inúmeras opções que a região oferece, nem mesmo para consumir todo meu desejo de escalar determinadas vias, mas que assim seja, como diz o ditado popular: "Melhor um na mão do que dois voando." e quanto a isso não tenho do que reclamar.

Partimos eu e o fotógrafo/escalador Guilherme "Grilo" Taboada de ônibus quarta (26/8) e chegamos ao destino final na quinta (27/8) pela manhã. Ficamos hospedados no QG (Quartel General) do Ricardo "Magrão" e Alexandre "Fei", que nos receberam em alto astral como se fossemos velhos amigos, apesar do pouco tempo de conhecimento a afinidade foi instantânea.

Particularmente o objetivo principal eram os magníficos 55 metros da via "Sinos de Aldebarã", equipada pelo maestro Luis Cláudio "Pita". Todos os amigos que fizeram sugerem essa via entre as 5 melhores do País se tratando de escalada esportiva. Já tinha assistido alguns escaladores subindo na via em viagens anteriores e vídeos pela internet e logo fui atraído como que magneticamente do RJ ao Cipó apenas com o intuito de escalar essa obra prima.

Para meu amigo "Grilo" o objetivo era conhecer o máximo de vias possíveis, principalmente as clássicas como: "O dia que a terra parou", "Lamúrias de um viciado", "Na calada da noite", "Libera o cliente", entre inúmeras outras, já que era sua segunda trip para lá sendo que na primeira só fez chover.
No primeiro dia, quinta, estava péssimo, extremamente cansado e abatido depois da maratona de 36hs de trampo mais a viagem de aproximadamente 9h. Aproveitei para repetir uma via que havia feito na primeira vez que visitei o setor do G3 há uns 3 anos atrás. A mesma que o "Grilo" estava tentando, "Especialidade da Casa". Ótima via por sinal. Depois da longa caminhada até o QG, com direito a pit stop no Paiol para abastecer o tanque, o descanso foi merecido e na sexta a brincadeira começou.
Após perder na primeira entrada os aproximados 45 metros da via "Ética Decomposta" indo para a penúltima proteção, descansei rapidamente e tentei novamente mas o cansaço não diminuiu e não obtive sucesso. Escalamos em dupla a via "O dia que a terra parou" com bastante dificuldade quase caindo em todas as passadas devido a exaustão que nos consumia, fechando o segundo dia de escaladas com a longa caminhada de volta ao QG.
Já no sábado a coisa melhorou, mais descansado e tranquilo, pude concluir a ascensão que havia deixado pendente no dia anterior na primeira entrada do dia e terceira no total.
No mesmo dia encontrei o escalador Eduardo "Barão" e sua esposa Rafaela Discaciate trabalhando o projeto "Premonição", a princípio cotado em pelo menos 8c (fr) ou 11a (br) pelo próprio, que acabava de isolar todos os movimentos da sequência e, portanto, bem convicto da proposta.

Para quem não sabe, o projeto em questão sai do chão logo abaixo da via "Poltergeist" e termina por fazê-la até o topo.
Com a recente ascensão da via "Cabra da Peste", cotada e confirmada em 8c (fr) ou 11a (br) além é claro de anos de experiência e muitos metros de preda acima, o escalador estima que o projeto possa ainda sofrer nova cotação com mais escaladores tentando e desenvolvendo soluções para as sequências de movimentos.
No domingo, 4º dia seguido de escalada, não rendeu muito mas mesmo assim não deixamos a peteca cair. Com grande boa vontade e paciência, Ricardo "Magrão" equipou e gritou os betas da via "Sinos de Aldebarã" para minha tentativa flash. Sem acreditar no que acontecia, perdi a ascensão diante de um agarrão que, aflito, não tive sangue frio de observar, isso há aproximadamente 50 metros do chão e nos 5 metros finais da via, já tendo passado todos os lances difíceis. Como dispunha de poucas costuras, "Magrão" pediu que limpasse a via e com isso fui obrigado a entrar sacando na segunda tentativa. Exausto, acabei caindo no mesmo lance. Resolvi deixar a via equipada para tentar descansado no dia seguinte. Ainda no domingo, aproveitando que a primeira parte da via "Heróis da Resistência" foi equipada, não pude deixar de conferir deixando como projeto para uma próxima trip. Nesse meio tempo, Guilherme "Grilo" se fazia extasiado entre uma via e outra, como macaco pulando de galho em galho pela relva. Com sangue nos olhos ainda entrei na linda via "Escamoso" para acabar com os braços de vez e fechar o dia.
Na segunda, com a chegada e o reforço da forte escaladora mineira radicada no RJ, Roberta Resende, fomos direto ao que interessava. Guilherme "Grilo" entrou e fez a ascensão da via "Especialidade da Casa" realmente sólido, trazendo muita motivação e inspiração para a torcida no chão. Logo em seguida o tempo deu o sinal verde e algumas nuvens tomaram conta do céu (até então azul celeste e sol a pino) amenizando o calor que fazia, as condições eram ideais para uma tentativa no meu objetivo da trip. E foi exatamente o que aconteceu. Fazia então a ascensão da via "Sinos de Aldebarã" num total de 3 tentativas e terminava o dia em êxtase, prometendo sempre repeti-lá quando tiver oportunidade.
Terça, último dia da trip para mim, pois meu amigo Guilherme "Grilo" permaneceria até o final do feriado de 7 de setembro. Já com o objetivo cumprido fomos conhecer o setor Foda, tendo como guia a escaladora Roberta Resende que nos aplicou a via "Tatara". Muito bonita e atípica (pelo menos para mim) consegui forças para a ascensão na segunda tentativa depois de perder onsight (avista) no último movimento e o mais duro de toda a sequência - que depois fiquei sabendo ter sido recém equipado propondo uma continuação para a sequência originalmente visualizada pelos conquistadores.
No final, retornei para casa com a alma lavada e bem cansado enquanto meu camarada "Grilo" se esbaldava no calcário mineiro trazendo consigo registros belíssimos sob as lentes de sua câmera que podem ser visto em seu blog pessoal (www.riophotoclimb.blogspot.com).
Em breve será postado relato da trip feita para a Serra do Cipó no feriado de Nossa Senhora/Dia das crianças (12 de Outubro).
Obs: Como o tempo para postar está ficando cada vez mais escasso, aos poucos e retroativamente o blog vai sendo atualizado.
Fotos: Guilherme "Grilo" Taboada
Por Bernardo Biê
terça-feira, 6 de outubro de 2009
O melhor destino para o feriado
A Serra do Cipó é um lugar muito aconchegante que dispõe de muitas opções, não só de vias de escaladas, mas também de passeios, trilhas, cachoeiras e afins. Apesar de pequena, a cidade conta com uma rede de hospedagem diversificada. Muitas pousadas, campings, abrigos, casa para alugar em temporadas são alguns dos locais onde se garante uma boa noite de sono, dentre os quais se destacam o concorrido Abrigo Cipó e o "roots rock reggae" QG (quartel general) do Fei e do Magrão.
Com grande entusiasmo, uma comitiva de escaladores do Rio de Janeiro está se preparando para desfrutar desse incrível lugar e de suas verdadeiras obras de arte, além é claro, de muitos outros escaladores de diversos lugares do Brasil e do mundo. Não diferente, os loucos de preda também estarão lá registrando mais uma data festiva de confraternização e intercâmbio entre escaladores, além de muitas ascensões.
Em breve será postado matéria com a última visita que os Loucos de Preda fizeram a essa maravilha da natureza, que é a Serra do Cipó, e na próxima semana um resumo de tudo que rolou nesse feriado do dia 12 de Outubro.
Por Bernardo Biê
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Lesão, tratamento e cura
Como sou totalmente avesso a tratamentos e medicamentos ditos "convencionais", logo descobri o mestre José Luiz Vasquez, terapeuta especializado num tratamento muito eficiente chamado Apiterapia, baseado na utilização de produtos das abelhas como: mel, pólen, geléia real, própolis e principalmente apitoxina (veneno de abelha).
"A Apiterapia é a modalidade de Medicina Alternativa ou Ciência que utiliza os produtos da abelha no tratamento de vários tipos de doenças. No mundo são muitos os países que fazem uso desta modalidade de medicina, inclusive sendo comum clínicas especializadas, com profissionais de várias especialidades da área de saúde humana.O que posso dizer quanto ao tratamento é que assim que tive o primeiro contato comecei a sentir uma grande evolução em relação a regeneração do organismo de um modo em geral. Depois de algumas sessões de Apitoxina (veneno de abelha), atrelado ao uso de produtos como: mel, pólen e própolis em pouco tempo não só estava curado da lesão, mas sentia uma ótima performance no funcionamento do organismo ao que diz respeito a todas as suas funções. Claro que uma coisa leva a outra, mas nunca havia me sentido tão bem organicamente.O veneno de abelhas é um líquido transparente, com um odor de mel acentuado e sabor amargo, acre; a sua densidade é de 1,1313. Uma gota colocada sobre papel de tornassol azul torna-o imediatamente vermelho indicando assim uma reação ácida. A análise química mostrou que o veneno de abelha continha ácido fórmico, ácido clorídrico, ácido ortofosfórico, histamina, colina, triptófano, enxofre, etc. Supõe-se que deve as suas propriedades médicas essencialmente ao fosfato de magnésio Mg3 (PO)4)² cuja taxa representa 0,4% do peso do veneno seco. Nas suas cinzas notaram-se indícios de cobre e de cálcio. É, além disso, muito rico em substâncias azotadas, em gorduras voláteis, que desaparecem no decurso da sua dessecação, e contém muitas diástases: fosfolipase, hialuronidase, etc. Segundo certos autores, é precisamente a presença destas gorduras voláteis que seria a causa da sensação de dor aguda provocada no local da picada. A sua composição química ainda não foi estudada completamente e não se conseguiu igualmente fazer a sua síntese.
Também conhecido por apitoxina, o veneno das abelhas é produzido por uma glândula de secreção ácida e outra de secreção alcalina incluídas no interior do abdómen da abelha obreira. Tem uma cor transparente, de sabor agudo e amargo, e com odor aromático forte. É solúvel em água e ácidos e à semelhança do veneno de cobra também não faz efeito se tomado via oral. Com o ferrão, a abelha, pica e injecta o veneno no “inimigo”. Uma forma que a abelha tem de defender-se. Aliás, ela só pica se for directamente atacada, porque quando a abelha pica, o seu ferrão (que tem uma configuração igual a uma farpa) fica preso na vítima. Passada uma hora a abelha morre.
A abelha não sobrevive, depois de picar porque para além do ferrão perde uma parte do intestino. O seu valor terapêutico deve-se principalmente às suas propriedades hemorrágicas e neurológicas. É por isso que, durante o tratamento de doenças não se formam anti-corpos contra o veneno de abelha e por isso o nosso organismo não cria habituação ao mesmo, sendo assim as picadas de abelha cada vez mais eficazes.
Também quando injectado directamente, ou através de picadas, nas juntas do corpo, é um remédio efectivo no combate ao reumatismo."
Curado, continuo utilizando os produtos das abelhas e seguindo os conselhos do mestre José Luiz Vasquez para a manutenção do organismo e principalmente das articulações. E graças a ele, e as abelhas, me encontro livre de todas as lesões que me assombravam. Agora ao contrário do que se possa imaginar, aguardo as próximas com muito entusiasmo e atencão, já que com a atividade que praticamos é essencial que se tenha uma boa relação com o corpo e sua limitações e esse foi o grande aprendizado que extraí disso tudo.
José Luiz Vasquez é especializado em Apiterapia e reeducação alimentar, trabalha há mais de décadas criando abelhas e utiliza os produtos extraídos delas de forma sustentável e responsável.
Para maiores informações: 021 2293 2125/97418550 ou josevasquezsj@yahoo.com.br
Fonte: http://theoliveirashow.wordpress.com
Fotos: http://theoliveirashow.wordpress.com
http://tanarede.net
Por Bernardo Biê
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Virada Esportiva 2009
Hugo Langel no highline em plena Avenida PaulistaAlém desta, mais de duas mil atividades foram realizadas gratuitamente para a população, incluindo shows, participação de atletas consagrados e, claro, escalada!
Estima-se que aproximadamente 2,5 milhões de pessoas foram prestigiar o evento.
Murinho de escalada montado para o eventoFotos: http://ultimosegundo.ig.com.br
http://www.viradaesportivasp.com.br/blog/
Por Bernardo Biê
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Atalho do Diabo
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
O Mostro da Lagoa Negra

Para quem não sabe o Platô da Lagoa já foi palco de grande polêmica e é composto em sua maioria por vias que tiveram agarras cavadas por franceses, estes os primeiros conquistadores, além de sediar, na época, uma inédita competição em rocha.
Conquistada pelos escaladores Luiz Cláudio "Ralf" Cortes e Marcelo Braga, o "Monstro da Lagoa Negra" ficou mais de uma década como projeto, tendo sua primeira ascensão feita pelo escalador Daniel Hans "Coçada" em 2003. Vale ressaltar o fato da via ser uma das únicas da falésia que não constam agarras cavadas.
A via se define em aproximados 10 metros de altura com um crux bem definido e boulderístico exatamente no meio. Foi proposta de 8a+ (fr) ou 10a (br), porém logo confirmado como 8a (fr) ou 9c (br) pelas últimas ascensões. Até onde se sabe, a ascensão mais rápida foi feita pelo escalador brasiliense Pedro Raphael na 3ª tentativa.
Thiago Antoneli na via "Monstro da Lagoa Negra"
Fonte: www.viacrux.net
Por Bernardo Biê
domingo, 23 de agosto de 2009
Uma breve pausa
Como dito no poster anterior, Lucas "Jah" e Danielzão escalaram a via "Atalho do Diabo" (8º IXc/Xa, 300m), localizada na face sul do Corcovado, e fizeram alguns registros. O material áudiovisual já está pronto e assim que der uma brecha aqui irei postar. Ficou animal. Vale a pena conferir!
Outro poster interessante que está sendo preparado é em relação a terapias alternativas para lesões e doenças. Um relato pessoal sobre o tratamento que venho praticando e os resultados obtidos, além de informações e dados de excepcional profissional da área e grande mestre difusor da cura.
No mais, desejo muitas predas drento dos patros de todos e muitos metros de roca ariba!
Boas escaladas.
Por Bernardo Biê




